“Ele mexe comigo, esse garoto. Sempre. É sua única desvantagem. Ele pisoteia meu coração. Ele me faz chorar.”
A Menina que Roubava Livros  (via allaxg)

“Eu não quero viver longe de você. Digo, viver sem falar contigo, sem saber como foi o seu dia, o que você fez, como esta se sentindo. Até porque, longe fisicamente de você eu já estou.”
Caio Fernando Abreu.   (via p-oeta)

“Aí eu olho e penso “puta merda, então é isso que eu sou”? Quer dizer, quando eu tinha 7 anos eu dizia que queria ser tanta, mas tanta coisa. E agora veja só, eu não sou nada.”
Cibele Sena.   (via complementei)

“Eles apenas caminharam juntos para casa, com os pés doloridos e os corações cansados.”
A Menina que Roubava Livros (via hotsss)

“Nunca soube bem o que era certo, o que era errado, não existia uma lei, um limite, uma racionalização. Mas eu amava ele demais.”
Gabito Nunes (via ga-bi-to)

“Se você já assistiu “(500) Dias Com Ela” sabe do que estou falando. Vinte e cinco segundos. Eu contei. Vinte e cinco segundos podem representar sua ruína. É o tempo que dura aquela cena no elevador, quando Tom está escutando “There Is a Light That Never Goes Out” e ela, graciosamente chega perto diz “Eu amo os Smiths!” e ainda canta um trechinho da canção feito um gatinho doente, dançando com olhos e pescoços e franjas e todos aqueles quilômetros de lábios róseos feito morango em foto publicitária. Vinte e cinco segundos, cara. E você foi surrupiado de si mesmo e está fodido por uns cinco anos.”
Gabito Nunes (via ga-bi-to)

“Gosto da forma como você acelera meu coração, e de quando você o acalma também.”
Caio Fernando Abreu.  (via renunciador)

“Acho que todo mundo precisa ter um lado egoísta por questão de sobrevivência. Não dá pra viver a vida olhando para o lado, uma hora você precisa olhar para dentro. Todo mundo sabe o que quer. Mesmo que você ache que não, mesmo que seu pensamento seja traiçoeiro, mesmo que o mundo esteja caindo: você sabe o que quer.”
Clarissa Corrêa.    (via promessasvazias)

“Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer. Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso. Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado.Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo”
Tati Bernardi (via poetizar-as-dores)

“O dia inteiro desejando que ele apareça para me dar vida…”
Tati Bernardi.    (via thiaramacedo)

“E mais. Disse que largou tudo por minha causa, isso mesmo, ela disse “que não tinha mais ninguém com quem contar, você é tudo que eu tenho”, com mais ou menos essa construção frásica. E eu quase tive uma ausência cerebral nessa parte. Mas a aninhei contra meu peito apertado, devo ter dito que tudo ficaria bem e assenti com um silêncio aterrorizado, o que eu podia fazer? Mas uma coisa eu sabia. Se EU sou tudo o que ela tem, ela está seriamente fodida, muito mais do que pode imaginar.”
Gabito Nunes.  (via reffuge)

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